terça-feira, 27 de dezembro de 2011
New York
Fim de ano sem saber da sentença
terça-feira, 29 de novembro de 2011
À procura do processo 643/09
Enxoval
terça-feira, 8 de novembro de 2011
Palestra do GAASP
terça-feira, 11 de outubro de 2011
Gravidez é uma fase de êxtase ?
Crianças
Filho
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
O que eu preciso nesse momento ?
domingo, 18 de setembro de 2011
Mãe
A entrevista fluiu muito bem e assegurei a elas que, caso encontre um novo "parceiro", ele terá que aceitar essa minha condição, do contrário não conseguirá ficar a meu lado. E que a prioridade na minha vida no momento é somente essa criança, que hoje meu mundo gira ao redor dela.
Com um momento meu bastante inspirado e uma entrevista tendo fluido muito bem, como resultado fui informada por elas que me recomendariam à juíza. Inclusive ajudei na argumentação delas para justificar o motivo pelo qual agora eu estava pronta para assumir meu papel de mãe.
Saí do forum radiante, como uma mulher, que desejou muito, se sente quando descobre que vai ser mãe. Lágrimas rolavam dos meus olhos, lágrimas de alegria pura, e um sorriso estampava meus lábios. Eu agora seria mãe...
Uma pequena aranha
Eu estava tranquila, elegante para ir até lá, claro, como exige a situação. Eis que, bem quando chego na recepção, alguma coisa parece fazer cócegas no meio dos meus seios. Dei uma "soprada" através do meu decote para ver se parava. Continuava fazendo cócegas, e eu perdendo a elegância, desconfiando do que ocasionava as cócegas. Eis que, de repente, subindo por entre meus seios, surge uma pequena aranha... Que aflição !!!! Eu quase tendo um ataque e tendo que me controlar. Claro que foi nesse mesmo instante que a recepcionista resolveu me atender. A única coisa que eu consegui dizer foi "tem algum banheiro por aqui ? Porque tem um bichinho na minha roupa e está me dando aflição." E ela, tentando evitar o riso, disse que não.
Então, segurando minha aflição, solicitei autorização para entrar no prédio, como de praxe, sem saber se a "inquilina" ainda permanecia no meu vestinho. Passei a catraca, chamei o elevador, peguei o elevador. Para piorar, logo de cara, encontrei com um dos meus clientes, um dos mais exigentes. Tive que manter uma breve e calma conversa com ele. Só então consegui chegar no andar onde seria a reunião e onde eu tinha certeza tinha um banheiro. Entrei rapidamente no banheiro e tirei TODA a roupa... literalmente... para me certificar que a inquilina havia saido. Acho que ela se tocou da situação porque naquela altura ela devia estar longe...
domingo, 4 de setembro de 2011
A todos os meus amigos
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
São pais também
"Aqueles que não tem filhos, Mas que na vida estribilhos Cantam sobre as crianças, São pais também, não duvido Porque no tempo devido Teceram suas esperanças. E hoje a vida vivendo Mais esperanças tecendo São grandes perante Deus Porque há infinitos valores Aos que encontram amores Nos filhos que não são seus!" (Wilson Brandão Tóffano) Uma homenagem ao meu falecido pai, que escrevia as palavras mais doces e belas que já li, neste dia dos pais que está próximo.
terça-feira, 2 de agosto de 2011
Produção Independente
sexta-feira, 29 de julho de 2011
Procura-se
Escrevi isso há algum tempo e resolvi postar agora porque achei engraçadinho...
Procura-se companheiro para dividir bons momentos a dois...
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Não é imprescindível ter boa aparência, mas deve se preocupar com saúde... (olhos claros serão mais apreciados)
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Bom humor é imprescindível, não dá prá viver comigo sem ser bem humorado...
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Acima de 43 anos, é, já fiz tudo isso...
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Que tenha sido previamente casado, pode ser solteiro, mas que tenha morado junto um tempo com alguém será apreciado...
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Claro, que não tenha problemas com ex-mulher é desejável...
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Pode ter filhos, que estejam sob controle...
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Não pode querer não ter mais, ou não ter filhos, eu não tenho e pretendo ter...
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Ofereço uma boa companhia, em especial para viajar... (embora não precise viajar SEMPRE comigo)
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Ofereço muito riso e claro.... aquilo
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Que tenha uma condição financeira compatível comigo, senão não vai conseguir me acompanhar nas extravagâncias...
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Que ame seus pais e trate-os bem, isso é muito importante... (embora não precise morar com eles prá isso)
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Que seja inteligente, afinal eu sou... rs (adoro CDF, eu mesma sou... mas esqueci o significado da sigla)
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Boa auto-estima será levada em conta...
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Que adore minhas amigas e vice-versa... (e saia junto com todo mundo sem reclamar)
quarta-feira, 27 de julho de 2011
Família
Qual o conceito de família ?
Hoje de manhã, quando eu estava vindo trabalhar, fiz como sempre faço, passei no apartamento da minha mãe para deixar o cachorro lá e falar bom dia para ela. Porém, na hora em que eu estava saindo da casa dela, me deparei com uma cena que me comoveu. Eu entrando no elevador, minha mãe me acenando, o cachorro ao lado dela abanando o rabo feliz e a funcionária da casa me desejando um bom dia. Saí de lá tão contente, com aquela sensação de estar sendo bem sucedido em algo a que a gente se propõe fazer. Cada um cumprindo a sua parte na história da vida, mas todos relacionados de uma forma ou de outra.
Então, qual seria o conceito de família ? Bem, segundo o dicionário é ascendência, estirpe, genealogia, linhagem, origem, procedência, raiz, tronco, gene... não respondeu a minha pergunta... Seria algumas pessoas dividindo o mesmo teto por afinidade sanguínea ? Não, acho que não necessariamente. Seria pessoas as quais nos relacionamos e da qual temos “referências” ? Seria pessoas obrigadas a dividir o mesmo teto ? Também acho que não. Seria pessoas que são mais capazes de perdoar os erros de algumas pessoas do que a maioria ? Seria pessoas que se amam tanto, que suas vidas passam a girar em torno delas ? Seria o conceito de núcleo ? Onde existe a figura do pai, mãe e filhos ? Não, acho que esse conceito está bem “fora de moda”. Hoje os filhos às vezes nem moram com os pais, moram com padrastos, madrastas, avós, ou tem mais de uma casa, tem irmãos morando com outros pais... Já li que hoje o mais importante para as crianças não é morar com os pais, mas sim em um contexto de estabilidade emocional, que isso é realmente saudável para elas.
Não sou dona da verdade, nem sei regras ou definições, mas sinto que família é aquilo que visualizei hoje pela manhã, seja lá a definição que isso tiver. Eu vi ali naquela cena uma família, a minha família.
terça-feira, 19 de julho de 2011
Tristeza
Eu não consigo ficar triste. Não sei explicar o porquê disso, será que sou louca ? Me sinto muito triste, triste por dentro, mas continuo executando as tarefas diárias, como se nada tivesse acontecido. Penso, hoje vou deitar e chorar até dormir. Ou então, vou ficar no meu cantinho, sozinha, só curtindo a minha dor. Ou penso, não deveria ir trabalhar... Não consigo.
A “coisa” ocorre bem assim: “Chego no meu prédio; Vou direto ver minha mãe e buscar meu cachorro; Converso com ela, com a funcionária, dou bronca no cachorro; Às vezes janto, vejo televisão, leio revista; Dou boa noite e vou para meu apartamento; Tudo como sempre faço, com ou sem tristeza; Chego no meu apartamento, aí digo a mim mesma, vou me deprimir, me entregar; Tento, fico olhando o vazio, pensando na vida; Meu cachorro não deixa, me traz de volta; Tento novamente e choro, choro muito por meia hora; Não sem ser interrompida pelo cachorro, que não entende a situação e se indigna; Então penso, agora vou chorar na cama pelo menos, onde tenho um pouco de privacidade; Mas é só me levantar e lembrar das coisas que tenho que fazer; Compras de supermercado, providências domésticas para o dia seguinte; Penso, ah, hoje vou me dar o direito de dormir sem tomar banho, sem escovar os dentes... sem comer... Afinal, não é isso que fazem as pessoas deprimidas ? Tento, juro que tento... mas a sujeira nos meus dentes me incomoda, mais que minha tristeza; Às vezes não como, isso eu consigo fazer... Mas acordo com fome um tempo depois... Durmo, chorando... em geral acabo durmindo mais cedo do que o meu normal nessas circunstâncias...”
Mas nada de deixar luzes acesas, TV ligada ou “gás” ligado para ver se alguém nota minha tristeza... Não, minha tristeza é contida, não incomoda ninguém, a não ser a mim mesma...
quinta-feira, 7 de julho de 2011
Eu vi você
Eu vi você meu filho. Vi você crescer dentro de mim através dos meus sonhos. Vi sua vida surgir neste nosso mundo. Vi você se tornando um ser vivo. Enfim, vi você refletindo meu ser.
O que será isso que me mostra a sua presença ? Que me aponta o caminho ? Será você vindo na minha direção ? Será você já chamando por mim ? Eu te vejo, sim eu posso vê-lo.
domingo, 26 de junho de 2011
Reavaliação
terça-feira, 21 de junho de 2011
Raiva
terça-feira, 14 de junho de 2011
Conselho
quinta-feira, 9 de junho de 2011
Atitude
quinta-feira, 26 de maio de 2011
Memórias 1
Em 01/04/2001, Victoria, Canadá, texto na íntegra.
Memórias
Não sei se já contei antes, mas eu comprei um caderninho durante a viagem para o Canadá. É um caderninho, teoricamente não tem nada de mais. Mas comprei num momento de reflexão, quando tive necessidade de escrever algumas coisas, que julguei importantes. Recentemente resolvi ler o que eu escrevi e achei algumas coisas bastante interessantes, que resolvi compartilhar. Então os próximos textos, baseados no caderninho (na verdade é praticamente um diário) vou chamar de memórias.
quarta-feira, 11 de maio de 2011
Lembranças
Hoje eu assistia a um episódio da novela Vale Tudo, que eu adorei quando vi pela primeira vez e que continuo gostando, mesmo após mais de vinte anos. Ela foi um marco em diversos sentidos e foi também na minha vida.
Ao final do capítulo tocou uma música daquela época, "Silent Morning" e como as músicas tal qual os cheiros e outras coisas, são capazes de nos trazer lembranças. Me lembrei exatamente da fase da minha vida naquela época. Estava terminando a faculdade, tinha um namorado e achava que o mundo era todo meu.
Me lembrei desse namorado e do quanto ele era especial. Era carinhoso, romântico, gostava de dançar e era virgem. Ambos éramos, portanto, tudo foi muito especial entre nós. Era namoro para terminar em casamento. Ele até mesmo gostava de dançar. E tinha o que mais prezo em um homem, bom humor.
Aí me coloquei a imaginar onde ele estaria hoje, casado e com filhos suponho. Será que teria se casado com uma boa pessoa e teria bons filhos ? Sinceramente espero que sim, ele merecia isto. E eu ? Mereço o que o destino me apresentou ?
Sei lá, mas de fato eu sempre tive um espírito inquieto, que sempre está em busca de algo. Um novo amor, uma nova emoção, um novo lugar. Hoje vejo que em diversas circunstâncias da vida eu estive buscando um algo a mais. Achei que em meu ex-marido eu tinha encontrado isso. Acreditei nisso e passei a viver as buscas dele, vivi em função disso por anos. Me enganando dizendo que eu também queria aquilo.
Hoje, que me vejo sozinha, reflito sobre isso e percebo que eu tenho mesmo esse espírito inquieto, sempre em busca de algo, de algum sentido na vida. Mas sou capaz de fazer essa busca sozinha e achar meu caminho.
Mais importante do que acharmos a pessoa certa para dividirmos uma vida é saber quem somos.
terça-feira, 10 de maio de 2011
Viva
sábado, 7 de maio de 2011
Xodó
quinta-feira, 21 de abril de 2011
Retorno a São Paulo
Aventuras em New York
terça-feira, 12 de abril de 2011
New York, New York
domingo, 10 de abril de 2011
Chegada a New York
Rumo a New York
sábado, 9 de abril de 2011
Au revoir Mont royal
sexta-feira, 8 de abril de 2011
Montreal
quinta-feira, 7 de abril de 2011
Quebec
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Ottawa
Três flores num jardim - Victoria
terça-feira, 5 de abril de 2011
Niagara Falls
segunda-feira, 4 de abril de 2011
Toronto
Vancouver
quinta-feira, 31 de março de 2011
Aurora Borealis
terça-feira, 29 de março de 2011
Dogsledge
Meu aniversario
segunda-feira, 28 de março de 2011
Chegada a Whitehorse
Chegada a Toronto e Vancouver
domingo, 13 de março de 2011
Viagem
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Resultado Reconsideração da Sentença
No início de janeiro, depois de muito lutar comigo mesma, decidi que era hora para parar de ter medo e ir atrás do resultado do juiz. Eu precisava saber, já estava fantasiando demais na minha cabeça e não tinha mais a desculpa de evitar o problema por conta das festas de final de ano. Antes porém, gostaria de tomar coragem e relatar as minhas desventuras de 2010.
Confesso que este final de ano foi um dos mais difíceis para mim, acho que só comparado ao final de 2007, ano em que me separei. Fazendo um balanço geral do meu ano (2010), cheguei a conclusão que foi um ano muito ruim. Nada deu certo é um pouco radical claro, não é bem assim, mas várias coisas não seguiram o curso que eu gostaria. Tive problemas com meu ex-marido, fato que não vinha ocorrendo desde o ano da separação, e diria que foi pior do que a época da separação, pois ele me atingiu, desta vez profissionalmente, além de pessoalmente. Ele passou a ser o chefe da área onde eu trabalhava e com menos de duas semanas da mudança, sem nem dar tempo de eu pensar, ele me pediu para mudar de área. Não que fosse algo que não tivesse passado pela minha cabeça, mas achava que poderia esperar um pouco. Quando ele percebeu que eu tinha intenção de esperar um pouco, usou como argumento o meu baixo desempenho profissional. Literalmente ele misturou as coisas, ele nem era meu chefe imediato e o meu “baixo” desempenho, se é que existiu mesmo, nunca deveria ter sido avaliado por ele. Fiquei muito triste, fui atingida no fundo do meu ego, minha auto-estima foi toda por água abaixo. Além disso, e também talvez fosse melhor dizer, por causa disso, ele se casou novamente. Outro triste fato foi o término do meu namoro de dois anos. Perdi um grande companheiro, mas que não conseguiu acompanhar meus passos largos. Não dá para comparar com o fim de um casamento de treze anos, mas foi uma perda significativa. Combinávamos muito, mas no final terminamos descobrindo que ele não estava preparado para, ou não queria, assumir um compromisso mais sério. Ainda somos amigos, mas estou novamente sozinha, tendo que cuidar de mim mesma (e de minha mãe, pacote completo... rs). Além desses dois fatos, ainda houve minha tentativa frustrada de engravidar, congelamento de óvulos, tentativa de preservar meu útero de uma endometriose (fazendo uma vídeolaparoscopia). Hoje acho que tudo isto foi em vão, continuo sem filhos, não quero engravidar sem companheiro e a endometriose voltou (tenho mais cólicas hoje do que tinha antes. Ainda ouvi do médico que eu posso vir a ter uma hemorragia forte e ter que tirar o útero, então talvez fosse bom já tirar de uma vez. As mulheres sabem o que isso significa, podem imaginar como me senti.
Claro, algumas coisas definitivamente melhoraram em 2010, por conta do meu ex-marido tive que mudar de área no trabalho e realmente acho que hoje estou melhor. E isso graças a mim mesma que soube reagir na adversidade. Nunca duvidei que eu era capaz de reagir, nem achei que a mudança seria de todo ruim, mas é dolorosa essa situação. Com meu ex-namorado, acho que o que houve estava escrito e no fundo eu sentia que isso ia acontecer. E apesar de tudo, sei que tenho um amigo nele. Com relação às minhas tentativas frustradas de engravidar, estas não foram as primeiras e a gente às vezes precisa fazer algumas coisas na vida só porque acreditamos que devemos fazer para não se arrepender depois.
Mas o fato é que o final do ano me rendeu uma depressão, leve, mas existiu e ir até o fórum não ia melhorar. Mas recuperada logo após a virada do ano, fui até lá com toda a minha coragem. E então eis que estava escrito “Recomendo nova avaliação psicossocial em 180 dias...”. Fiquei muito chateada, não conseguia aceitar aquilo, me desesperei. Para quem não está vivendo isso, vai achar um exagero, afinal esperei mais de um mês para ir até o fórum, que diferença faz mais alguns. Mas o fato é que apelei, perguntei o que deveria fazer, que estava desesperada e não sabia o que queriam de mim, ou o que estava errado comigo. Me sugeriram conversar com a responsável pelo setor de psicologia, fui até ela, estava lá disposta a esperar o quanto fosse para falar com ela. Acho que ela adivinhou, ou falaram do meu desespero, e me atendeu logo. Expliquei o mesmo que já tinha dito para a responsável do cartório, que não sabia o que estava errado comigo e que se eu não soubesse ia esperar os 180 dias e de nada ia adiantar. Ela foi muito compreensiva e, como eu mesma disse para ela, disse que eu poderia solicitar uma redução do prazo alegando que a última avaliação já fazia quase um ano. Saí de lá mais aliviada e esperançosa, afinal alguém entendeu meu desespero.
Porém, a vida continua caminhando e eu ainda não tive tempo de fazer esta solicitação. Aí, começam a aparecer outros problemas, como minha mãe, que desde o final do ano vinha tendo enjôos e vomitando com freqüência, culminando em uma endoscopia recentemente, que por fim mostrou não ser nada grave. Preciso marcar e tirar férias e aí, pensando que devo dar uma volta por cima na minha vida, começo a me questionar se esse não seria o momento correto. Mas, e se eu peço a antecipação, e se me chamam quando eu estiver em férias ? Ainda não descobri a resposta para essa pergunta e se realmente foi pedir a redução do prazo, mas uma coisa é certa meu filho está por aí e será meu quando estiver destinado para isso.